Carta nº. 19

Outro visual / Vida nova
(julho/2008)

Comecei a sentir a perda de meus “preciosos” fios de cabelo quando era ainda bem jovem, com cerca de 19 anos de idade. Lembro-me bem ! Acabava de sair da aula de natação, que fazia na época, quando fui me trocar no vestiário do clube – o qual freqüento até hoje -, localizado na Lagoa, no Rio de Janeiro. E, ao olhar para o espelho, ainda com o cabelo molhado e, portanto, ainda menos volumoso, dei-me conta de que alguma coisa estava errada. Meu cabelo já estava bem ralo e percebia pronunciadas entradas em minha fronte. Pensei, como pode isso acontecer ! Logo comigo ! Afinal, sou ainda tão jovem! Mas, pesquisando um pouco mais sobre o assunto, vi que era isso mesmo. Ou seja, a calvície do tipo masculina dá seus primeiros “sinais de vida” enquanto se é ainda jovem, instalando-se de forma bem acentuada, principalmente, entre os 20 e os 30 anos. E, infelizmente, numa fase em que os cabelos, para o homem, são um atributo dos mais importantes. E, neste caso, percebi logo que, apesar de quase não ter reclamações em relação à minha saúde e à minha genética, Graças a Deus, verifiquei que, infelizmente, em relação aos meus cabelos, não tinha tido tanta sorte. Pensei, então, que se não fizesse alguma coisa e rápido, fatalmente, em breve, poderia estar entrando, infelizmente, para o famoso “clube dos carecas”. Fato esse que, brincadeiras à parte, não me agradava em nada. E, para o qual, estaria disposto, a fazer o que fosse necessário e, também, possível para que não acontecesse.

Bem, então, o que posso dizer é que, a partir dessa minha constatação, ao longo da vida, tentei diversos tratamentos. Mas, muitos, sem muito sucesso, ou mesmo, sem sucesso algum. Sendo assim, por volta dos 26 anos, parti para fazer o meu primeiro auto-implante capilar. Para tanto, escolhi um cirurgião muito conceituado. E, realmente, correu tudo bem na cirurgia. Ou seja, nunca cheguei a ter qualquer efeito colateral decorrente da mesma. Nem nunca ninguém chegou a comentar comigo que teria feito um implante capilar. Mas, por outro lado, ai mesmo é que estava o problema. Realmente, apesar de nunca ter tido problemas decorrentes da cirurgia. O problema residia justamente ai, ou seja, foram implantados muito poucos fios de cabelo. Portanto, o resultado final não me deixou muito entusiasmado e nem era perceptível para os outros. Sendo assim, passaram-se os anos, e eu nunca mais, salvo até o ano passado, e já com 39 anos, viria a fazer outra cirurgia de implante capilar. Cabe ressaltar que, apesar de nunca ter ficado, realmente, completamente careca, já estava com o meu cabelo restante, ainda mais ralo, e com entradas na fronte ainda mais acentuadas, do que aos 19, ou aos 26 anos. Mas, felizmente, ainda me restavam alguns fios de cabelo, com os quais ainda lutava bravamente. Emprestando-os de um lado para o outro, ao me pentear, para tentar “segurar” um pouco mais o meu visual. É bom frisar também que, ao longo desses anos, entre a primeira e a segunda cirurgia (esta já feita com o Dr. Henrique N. Radwanski), comecei um tratamento utilizando-me de um medicamento, surgido no período, que a meu ver, também, me ajudou relativamente bem, qual seja, a Finasterida. Ao menos, creio que este medicamento tenha me ajudado a preservar os fios que me restavam, e também a retardar um pouco mais a queda.

Eis que, aos 39 anos, vi que minha situação, em termos das minhas entradas frontais e, portanto, de minha calvície, estava bem pior. Resolvi, então, que tinha que fazer algo. Conversando com meu primo, 10 anos mais novo, e que também sofria do mesmo problema, chegamos ao nome do Dr. Henrique N. Radwanski. Resolvemos então tentar uma cirurgia. Para o meu primo, Diogo, seria a primeira. Para mim, já seria a segunda tentativa. Fomos em frente e marcamos, cada um, uma consulta com o Dr. Henrique. Já no primeiro contato, tive uma excelente impressão tanto do profissional e como da pessoa do Dr. Henrique. Além do que tínhamos entrado em seu site, visto diversos resultados de suas cirurgias, e tínhamos tido também ótimas recomendações dele. Sendo assim, e sem maiores delongas, em menos de 2 meses, marcamos as nossas cirurgias. O Diogo foi primeiro, e eu fui logo um mês depois. Bem, e mais uma vez, tanto comigo, como com meu primo, correu tudo bem nas cirurgias. E, no meu caso, mais uma vez, ninguém, mas ninguém mesmo, nunca chegou e me disse que teria feito um implante capilar. A única, mas, realmente, substancial diferença para mim, em relação à minha primeira cirurgia, aos 26 anos, é que, passado pouco mais de um ano de minha segunda operação, os resultados agora foram excepcionais. De fato, o Dr. Henrique conseguiu implantar muito mais fios de cabelo em mim do que na primeira cirurgia. Para se ter uma idéia da diferença, na primeira cirurgia, na qual, inclusive, havia ficado uma pronunciada cicatriz na minha nuca (escondida, felizmente, pelo meu cabelo), segundo o que sentia e o que me informou o Dr. Henrique, havia sido feito um corte de cerca de apenas 7 cm no meu couro cabeludo (área doadora). Ao passo que, na cirurgia realizada pelo Dr. Henrique, foi retirada uma fita capilar de minha área doadora, de cerca de 23 de comprimento, o que propiciava o implante de muito mais cabelo, o que se verificou na prática. Devo salientar também, que o Dr. Henrique, ainda procurou resolver (e com sucesso) a questão relativa à cicatriz decorrente de minha primeira cirurgia, deixando-a muito mais uniforme e, portanto, integrada ao meu coro capilar.

Bem, poderia ainda escrever muito mais sobre os resultados e também da minha satisfação com o sucesso advindo de minha cirurgia de implante capilar realizada com o Dr. Henrique Radwanski. Mas, creio que já escrevi o bastante, inclusive, sobre a minha experiência de vida, tentando conviver e, também, lutar contra a calvície. Mas, para encurtar um pouco mais o meu relato, farei uso de um velho ditado, qual seja “Uma fotografia vale muito mais do que 1000 palavras”. E, em sendo assim, peço apenas que vejam as fotos de minha cabeça, antes e depois da cirurgia (claro que tendo passado mais de um ano da mesma, para dar tempo dos fios recém-implantados crescerem). E, certamente, se assim o fizerem, verão o quanto foram positivos os resultados desta minha cirurgia (a segunda).

De minha parte, o que posso dizer é que, hoje, 2008, aos 40 anos, continuo freqüentando o mesmo clube e, portanto, indo ao mesmo vestiário de quando tinha 19 anos, e fazia minhas aulas de natação. E, felizmente, quando olho para o mesmo espelho, e mesmo estando com o cabelo molhado, constato com muita alegria, que os meus “preciosos” fios de cabelo agora estão lá. E, portanto, podem até vir a falar, certamente, passados 20 anos, que estou mais gordinho. Mas, com certeza, uma coisa eu posso lhes dizer “Careca eu não sou e nem serei mais”. E cerca de 95% desse resultado eu devo, sem sombra de dúvida, à dedicação e à competência do Dr. Henrique N. Radwanski e toda sua equipe. E, para o qual, só posso, neste momento, dizer uma coisa: “MUITO OBRIGADO”.

M.V., 40 anos